Nunca é cedo para prevenir-se ou tarde para começar a se cuidar.

A Osteoporose, é um mal que ataca principalmente as mulheres, se caracteriza por enfraquecimento da resistência dos ossos, resultando em fragilidade e destruição dos mesmos.

Não existe uma cura propriamente dita, existem tratamentos que podem ajudar, mas o melhor é, desde cedo construir ossos fortes durante os primeiros 30 anos de vida e assim reduzir a perda óssea na vida adulta.

O que é essencial:

* Exercícios físicos regulares, como musculação, e principalmente caminhadas.

* Consumir quantidades adequadas de vitamina D seja por meio da alimentação, exposição solar ou suplementos vitamínicos.

* Consumir quantidades adequadas de cálcio para evitar que seja usada a reserva presente nos ossos.

* Consumir quantidades adequadas de vitamina K, encontrada em vegetais de folha verde.

* Não consumir excesso de vitamina A pré-formada (beta-caroteno), pois esta vitamina em excesso interfere com a função do cálcio e da vitamina D.

Na menopausa a ausência do hormônio feminino faz com que os ossos percam cálcio e fiquem porosos como uma esponja.

Esta fraqueza dos ossos expõe a mulher a riscos maiores de fraturas tanto por quedas como espontâneas.

Os locais mais comuns são a coluna, o colo do fêmur, e o pulso.

Cálcio no combate ao Osteoporose

O que é cálcio?

Conceito: Cálcio é um mineral usado pelo corpo com numerosas funções, incluindo construir e manter ossos e dentes; coagulação sanguínea; transmissão de impulsos nervosos e regularização do ritmo cardíaco. Aproximadamente 99% do cálcio do corpo humano encontram-se nos ossos.

O cálcio é um componente importante da dieta. Muitas pesquisas foram realizadas para investigar seu papel na origem e prevenção de doenças. Seus defensores recomendam a ingestão vigorosa de leite para ter ossos fortes e evitar a osteoporose. Já os críticos do consumo de cálcio apontam seu consumo em excesso com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e até mesmo câncer.

O corpo consegue cálcio de duas maneiras diferentes. Uma delas é por meio da ingestão de alimentos contendo cálcio ou mesmo de suplementos. Sendo que as melhores fontes são leite, seus derivados e vegetais verdes escuros.

A outra maneira do corpo conseguir cálcio é retirar dos ossos. Isto acontece quando os níveis sanguíneos de cálcio caem abaixo do equilíbrio para manter funções, como o ritmo cardíaco e transmissão nervosa normais.

 

O consumo ideal seria:

* 1.000 a 1.200 mg/dia entre os 19 e 50 anos.

* 1.200 mg/dia acima de 50 anos.

* 1.000 mg/dia para mulheres grávidas ou amamentando.

Cuidado! Tudo em excesso pode fazer mal à saúde.

Com o cálcio não é diferente.
Consumo excessivo de leite pode estar associado a câncer de próstata, ligado ao nível elevado de cálcio no sangue. Pessoas que consumiram mais de 2.000 mg de cálcio por dia, tiveram o dobro de chance de desenvolver câncer de próstata. Esta quantidade é equivalente a 08 copos de leite.
Além disso, muitas pessoas podem ter ou adquirir intolerância à lactose,em maior ou menor grau.Ou seja, não digerem bem o carboidrato do leite.
Para estas pessoas ingerir leite e derivados pode causar problemas gastrointestinais, como diarréia, vômitos, desconforto abdominal e gases.
A alternativa para estes indivíduos é consumir leite livre de lactose ou mesmo adicionados de lactase, enzima que converte este carboidrato.
A maioria dos derivados do leite é rica em gordura saturada, que se consumidas em excesso aumentam o risco de doenças do coração.
Então, o ideal é usar o leite com moderação, mas nunca tira-lo do cardápio devido aos enormes benefícios que ele traz para a saúde.