Pesquisas indicam que parte da população mundial tem predisposição genética a não gostar de exercícios físicos!

indisposicao para exercicios fisicosA genética não determina apenas fatores como cor de pele, formato dos olhos, altura, cor dos olhos, entre outros… Ela também determina fatores que não podemos ver a olho nu, como predisposição a ter doenças, preferência por diferentes tipos de alimentos e até mesmo predisposição genética a não gostar de exercícios físicos.

Isso é o que revela as mais novas pesquisas do ramo da genética.

Essa é uma notícia muito boa para quem já procura uma desculpa para ficar em casa sem fazer nenhum exercício, né?

Mas a segunda parte da notícia é que, diferentemente das características físicas, a predisposição genética a não gostar de exercícios físicos pode ser mudada com a adaptação do corpo à rotina de exercícios.

Estudos mostraram que algumas pessoas tem predisposição genética a não gostar de se exercitar, causadas pela menor liberação de dopamina nos primeiros dias de exercícios físicos, e por isso, tendem a desistir das academias com mais facilidade.

Mas a mesma pesquisa demonstrou que é possível reverter essa predisposição genética insistindo nos exercícios por mais tempo e, em alguns casos, pode-se usar técnicas de neurociência cognitiva e comportamental para mudar esse padrão.

Depois de um tempo de treino com os estímulos necessários, o cérebro passa a produzir a quantidade normal de dopamina, substância que traz sensação de recompensa, motivação e euforia após a pratica de exercícios físicos.

Indicou-se também que fazer exercícios rotineiramente, por pelo menos 6 meses, é o tempo necessário para que o cérebro crie efetivamente o “prazer no exercício” e que a pessoa não sinta mais vontade de desistir.

Essas pesquisas tiveram resultados semelhantes a outros estudos que ligavam herança genética a fatores nutricionais do indivíduo, como a obesidade.

Essas pesquisas sobre obesidade mostraram que mesmo algumas pessoas sendo portadoras de uma variante do gene FTO (gene da obesidade), conhecida por favorecer o acúmulo de gordura, quando conseguem manter bons hábitos, reagem tão bem à dieta e ao exercício quanto aqueles que não tem o gene, segundo uma meta-análise publicada na revista médica BMJ no ano de 2016.

Estudos de nutrição e endocrinologia na área da neurocronobiologia, afirmam que o nosso cérebro precisa de aproximadamente 21 dias até três meses para se acostumar a novos hábitos (duração média para que o cérebro faça novas conexões) e, em geral, de oito meses a um ano para que o cérebro possa firmar as mudanças de hábito com segurança.

Esse é o principal motivo para médicos e nutricionistas recomendarem o mantimento de uma prática de exercícios moderada e regular para quem está começando a adotar novos hábitos alimentares ou rotina de exercícios.

Ou seja, as pessoas podem ter a predisposição genética a não gostar de exercícios físicos ou ser portadoras de uma variante do gene FTO (gene da obesidade), conhecida por favorecer o acúmulo de gordura, mas se conseguirem manter hábitos saudáveis também podem ter resultados iguais ao das pessoas não predispostas geneticamente a essas características.

Aprenda 3 TREINOS Super Rápidos para Derreter Gordura em 4 Min!

Receba um Mini Curso Grátis com 3 Séries de Treino Super Intensas, Ideais para Queirmar Gordura Localizada. >>

Quase lá! Só falta acessar seu email e confirmar a inscrição. ;)

https://go.hotmart.com/F2313659M?ap=be01